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1. Entender o problema:
a. Usar a Teoria Geral de Sistemas e outras ferramentas científicas, de maneira correta, para estudar o aquecimento global como resultado do domínio humano da biosfera sob comando das empresas capitalistas.
b. Analisar ao mesmo tempo outras questões correlacionadas que são vitais como: perda da biodiversidade, perda da infiltração de água, perda do solo agrícola, desertificação, êxodo rural, desemprego, desvios de conduta social. Todas elas são facetas importantes do mesmo fenômeno global. Some-se a isso o esgotamento do petróleo que é a base energética que subsidia a economia industrial e a corrida empresarial para produzir biomassa energética de maneira antiecológica e anti-social.
c. Conhecer o volume dos fluxos de materiais e energia que são mobilizados nos ecossistemas naturais e naqueles dominados pelo homem para obter indicadores de desempenho termodinâmico e fazer um diagnóstico da situação. Divulgar os estudos que existem a respeito.
d. A sustentabilidade ecológica está dada pela proporção de recursos renováveis utilizados nos sistemas de produção e consumo. Hoje em dia a civilização depende dos recursos não renováveis e o desafio é retornar a padrões de alta renovabilidade. Isso deve ser discutido em múltiplos foros abertos.
2. Discutir nesses foros os resultados dos estudos sobre o funcionamento da biosfera e os motivos da crise com a finalidade de apontar soluções, as quais devem ser avaliadas.
3. Como muitas das soluções levantadas podem ser falsas ou inadequadas (por diversos motivos) é necessário estudá-las de forma sistêmica para analisar sua pertinência. A análise emergética-exergética é o melhor instrumento para a análise de sistemas complexos. A essa análise pode ser agregada a análise de pegada ecológica.
4. Divulgar publicamente os resultados desses estudos. Estudar e aplicar políticas públicas globais em prol da sustentabilidade, ultrapassando a visão estreita que é característica do sistema empresarial que vigorou até hoje.
5. Estabelecer mecanismos para acompanhar o desenvolvimento dos fenômenos biosféricos interligados (aquecimento global, elevação do nível do mar, inundação permanente de áreas agrícolas de baixa altitude, novas migrações humanas, perda da biodiversidade, perda da infiltração de água, perda do solo agrícola, desertificação, êxodo rural, desemprego, fome, desvios de conduta social, esgotamento do petróleo) e das medidas tomadas pela coletividade internacional, nacional, regional e local.
6. A transição ao Desenvolvimento Sustentável exige estratégias múltiplas e variadas. A universidade deve abrir-se para considerar todos os interesses. A Faculdade de Engenharia de Alimentos está organizando o I Simpósio sobre percepção de desafios científicos e novas estruturas organizacionais – NEO, no dia 13 de abril de 2007, das 13 às 18 horas, no Centro de Convenções: http://www.fea.unicamp.br/eventos/2007/NEO/
a. Usar a Teoria Geral de Sistemas e outras ferramentas científicas, de maneira correta, para estudar o aquecimento global como resultado do domínio humano da biosfera sob comando das empresas capitalistas.
b. Analisar ao mesmo tempo outras questões correlacionadas que são vitais como: perda da biodiversidade, perda da infiltração de água, perda do solo agrícola, desertificação, êxodo rural, desemprego, desvios de conduta social. Todas elas são facetas importantes do mesmo fenômeno global. Some-se a isso o esgotamento do petróleo que é a base energética que subsidia a economia industrial e a corrida empresarial para produzir biomassa energética de maneira antiecológica e anti-social.
c. Conhecer o volume dos fluxos de materiais e energia que são mobilizados nos ecossistemas naturais e naqueles dominados pelo homem para obter indicadores de desempenho termodinâmico e fazer um diagnóstico da situação. Divulgar os estudos que existem a respeito.
d. A sustentabilidade ecológica está dada pela proporção de recursos renováveis utilizados nos sistemas de produção e consumo. Hoje em dia a civilização depende dos recursos não renováveis e o desafio é retornar a padrões de alta renovabilidade. Isso deve ser discutido em múltiplos foros abertos.
2. Discutir nesses foros os resultados dos estudos sobre o funcionamento da biosfera e os motivos da crise com a finalidade de apontar soluções, as quais devem ser avaliadas.
3. Como muitas das soluções levantadas podem ser falsas ou inadequadas (por diversos motivos) é necessário estudá-las de forma sistêmica para analisar sua pertinência. A análise emergética-exergética é o melhor instrumento para a análise de sistemas complexos. A essa análise pode ser agregada a análise de pegada ecológica.
4. Divulgar publicamente os resultados desses estudos. Estudar e aplicar políticas públicas globais em prol da sustentabilidade, ultrapassando a visão estreita que é característica do sistema empresarial que vigorou até hoje.
5. Estabelecer mecanismos para acompanhar o desenvolvimento dos fenômenos biosféricos interligados (aquecimento global, elevação do nível do mar, inundação permanente de áreas agrícolas de baixa altitude, novas migrações humanas, perda da biodiversidade, perda da infiltração de água, perda do solo agrícola, desertificação, êxodo rural, desemprego, fome, desvios de conduta social, esgotamento do petróleo) e das medidas tomadas pela coletividade internacional, nacional, regional e local.
6. A transição ao Desenvolvimento Sustentável exige estratégias múltiplas e variadas. A universidade deve abrir-se para considerar todos os interesses. A Faculdade de Engenharia de Alimentos está organizando o I Simpósio sobre percepção de desafios científicos e novas estruturas organizacionais – NEO, no dia 13 de abril de 2007, das 13 às 18 horas, no Centro de Convenções: http://www.fea.unicamp.br/eventos/2007/NEO/
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