quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Ações individuais e coletivas recomendáveis:


1. Conhecer as propostas originais submetidas à ONU, pela sociedade civil organizada, relativas à "Agenda 21", "Proteção das Florestas e da Biodiversidade" e "Mudanças Climáticas";
2. Usar os recursos da internet para conhecer mais sobre as questões críticas do nosso tempo: o esgotamento do petróleo e dos recursos materiais (água, solo, biodiversidade, minerais) e a degradação social;
3. Informar-se em livros sobre os novos temas, fazer cursos, participar de grupos de estudos;
4. Ajudar a pensar e criar eco-vilas e eco-cidades com interações positivas entre ambas;
5. Apoiar projetos agroecológicos e de consumo orgânico;
6. Aprender sobre externalidades econômicas negativas;
7. Saber o que são os serviços ambientais produzidos pelos ecossistemas e sobre as conseqüências de sua perda;
8. Aprender a usar a exergia (potencial energético) e a emergia (custo energético) para avaliar sistemas de produção e de consumo;
9. Passar da visão microeconômica a macroeconômica (exemplo: cadeias produtivas e seus impactos nos ecossistemas e na sociedade);
10. Estudar sobre indicadores de desempenho energético e ecológico dos sistemas;
11. Estudar a capacidade de suporte e como ela depende da apropriação do homem, da biomassa e dos energéticos fósseis;
12. Conhecer e calcular a pegada ecológica;
13. Aprender o que é renovabilidade, saldo energético líquido e índice de troca (em termos de emergia) para analisar o desempenho ecológico e energético e social dos sistemas;
14. Aprender a modelar sistemas e a prever cenários futuros;
15. Discutir quais seriam os indicadores mais adequados para priorizar programas e projetos;
16. Integrar conhecimentos e estabelecer interações sociais de maior qualidade, a nível local e internacional;
17. Fazer cursos sobre planejamento de bacias hidrográficas;
18. Participar das ações municipais relativas à proteção do clima, Agenda 21 e plano diretor;
19. Promover a adoção de impostos por carbono emitido e a compra de créditos de carbono;
20. Promover a reforma ecológica e social do sistema de produção e consumo, nos espaços locais, regionais e globais;
21. Compartilhar informação de boa qualidade.
A correlação entre unidade produtiva, unidade de consumo e atmosfera global
Cada unidade de produção e de consumo teria que ter um “certificado de sustentabilidade” e de “pegada ecológica”, os quais seriam elaborados a partir de seu balanço de materiais, energia e dinheiro.
O balanço deve incluir: contribuições gratuitas da natureza, subsídios econômicos, perda de serviços ambientais, externalidades (poluição de recursos hídricos, emissão de gases de efeito estufa, o manejo dos resíduos sólidos). O balanço deve incluir a fixação de CO2 e metano.
O certificado de sustentabilidade permitiria a análise dos sistemas de produção e consumo e tomar medidas para premiar ou punir (políticas públicas para a sustentabilidade).
O valor da pegada ecológica (hectares necessários por pessoa) pode apontar as alterações no estilo de vida necessárias para viver em um mundo em crise de recursos naturais, funções ecossistêmicas reduzidas e alta densidade populacional.

2 comentários:

Priscilla disse...

Agora só basta por em prática!!!!!

Juliana disse...

Todos deveriam colocar em práticas estas propostas.