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Escritor moçambicano Mia Couto apresenta conferência na UFMG
terça-feira, 26 de junho de 2007, às 14h56
O biólogo e escritor moçambicano Mia Couto dará seqüência ao ciclo de conferências Sentimentos do mundo, promovido pela UFMG em comemoração a seus 80 anos de fundação. A palestra do autor acontece, na próxima terça-feira, 3 de julho, no auditório da Reitoria (avenida Antônio Carlos, 6.627 - campus Pampulha). O debatedor será o professor Wander Melo Miranda, diretor da Editora UFMG e docente da Faculdade de Letras (Fale).
António Emilio Leite Couto, mais conhecido por Mia Couto, foi jornalista e diretor da Agência de Informação de Moçambique (de 1976 a 1979), da revista Tempo (de 1979 a 1981) e do jornal Notícias (de 1981 a 1985). Em 1989, abandonou a carreira jornalística e concluiu o curso de Biologia, especializando-se na área de ecologia. Mantém colaboração com jornais, cadeias de rádio e televisão, em Moçambique e no exterior. Seus livros foram traduzido em várias línguas e receberam inúmeros prêmios em diversos países.
Obras e prêmiosEntre as obras de Mia Couto, estão incluídos a coletânea de poemas Raiz de Orvalho (1983); os volumes de contos Vozes anoitecidas (1987), Cada homem é uma raça (1990), Estórias abesonhadas (1994), Na berma de nenhuma estrada (2001) e O fio das missangas (2003); os de crônicas O país do queixa andar (2003) e Pensatempos: textos de opinião (2005); os romances Terra sonâmbula (1992), A varanda do Frangipani (1996), O último vôo do flamingo (2000), Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra (2002), A chuva pasmada (2005) e O outro pé da sereia (2006).
O escritor foi agraciado com vários prêmios por suas obras literárias. Terra sonâmbula recebeu o Noma Award, escolhido entre os 12 melhores livros do século XX de toda a África, e, no Brasil, o prêmio como um dos Melhores de 95, título concedido pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo. Já Vozes anoitecidas recebeu, em 1993, o Prêmio Nacional de Literatura.Em 1999, Mia Couto recebeu o prêmio Vergílio Ferreira pelo conjunto de sua obra e, em 2001, foi o primeiro autor a receber o Prêmio Mário António, concedido pela Fundação Gulbenkian. Seu conto The Russian Princess foi indicado para o Caine Prize for African Literature. Em março de 2005, O último vôo do flamingo recebeu, na Inglaterra, menção especial do The Independent Foreign Book Prize. Em 2007, ele recebeu o Prémio União Latina de Literaturas Românicas.
terça-feira, 26 de junho de 2007, às 14h56
O biólogo e escritor moçambicano Mia Couto dará seqüência ao ciclo de conferências Sentimentos do mundo, promovido pela UFMG em comemoração a seus 80 anos de fundação. A palestra do autor acontece, na próxima terça-feira, 3 de julho, no auditório da Reitoria (avenida Antônio Carlos, 6.627 - campus Pampulha). O debatedor será o professor Wander Melo Miranda, diretor da Editora UFMG e docente da Faculdade de Letras (Fale).
António Emilio Leite Couto, mais conhecido por Mia Couto, foi jornalista e diretor da Agência de Informação de Moçambique (de 1976 a 1979), da revista Tempo (de 1979 a 1981) e do jornal Notícias (de 1981 a 1985). Em 1989, abandonou a carreira jornalística e concluiu o curso de Biologia, especializando-se na área de ecologia. Mantém colaboração com jornais, cadeias de rádio e televisão, em Moçambique e no exterior. Seus livros foram traduzido em várias línguas e receberam inúmeros prêmios em diversos países.
Obras e prêmiosEntre as obras de Mia Couto, estão incluídos a coletânea de poemas Raiz de Orvalho (1983); os volumes de contos Vozes anoitecidas (1987), Cada homem é uma raça (1990), Estórias abesonhadas (1994), Na berma de nenhuma estrada (2001) e O fio das missangas (2003); os de crônicas O país do queixa andar (2003) e Pensatempos: textos de opinião (2005); os romances Terra sonâmbula (1992), A varanda do Frangipani (1996), O último vôo do flamingo (2000), Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra (2002), A chuva pasmada (2005) e O outro pé da sereia (2006).
O escritor foi agraciado com vários prêmios por suas obras literárias. Terra sonâmbula recebeu o Noma Award, escolhido entre os 12 melhores livros do século XX de toda a África, e, no Brasil, o prêmio como um dos Melhores de 95, título concedido pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo. Já Vozes anoitecidas recebeu, em 1993, o Prêmio Nacional de Literatura.Em 1999, Mia Couto recebeu o prêmio Vergílio Ferreira pelo conjunto de sua obra e, em 2001, foi o primeiro autor a receber o Prêmio Mário António, concedido pela Fundação Gulbenkian. Seu conto The Russian Princess foi indicado para o Caine Prize for African Literature. Em março de 2005, O último vôo do flamingo recebeu, na Inglaterra, menção especial do The Independent Foreign Book Prize. Em 2007, ele recebeu o Prémio União Latina de Literaturas Românicas.
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